O confontro dos exérecitos
As tropas leais ao governo estabelecido democraticamente se posicionaram na Avenida Brasil, colocando tanques e caminhões para o confronto com as tropas insugentes oriundas de Minas Gerais. Quando o confronto estava eminente, com possível apoio de tropas da marinha e da força aérea, oficiais revoltosos entregaram aos comandantes do exército do Estado da Guanabara e Estado do Rio de Janeiro, uma carta na qual o embaixador americano afirmava que a Sétima Frota dos Estados Unidos já estava se preparando para invadir o Brasil caso houvesse o confronto bélico. Para evitar derramamento de sangue entre irmãos e uma guerra de proporções inprevisíveis, o exército legalista aderiu ao golpe militar. Pouco tempo depois, o ministro do governo golpista não pode descer em um aeroporto no Amazonas, porque soldados estrangeiros teriam impedido o seu desembarque. Segundo comentários, tropas americanas já tinham se infiltrado na região Amazônica antes do golpe. Negociações sigilosas teriam conseguido a retirada dos estrangeiros sob pressão da ala nacionalista das forças armadas. No Estado do Rio de Janeiro, o exército teria imposto sua adesão ao golpe militar sob a condição do interventor ser o marechal Paulo Torres, que a bem da verdade, fez um governo, embora breve, relativamente democrático e não permitiu que acontecesse torturas. Segundo comentários, no antigo Estado da Guanabara, jovens eram estupradas por repressores com os cacetetes de ataque à conflitos.
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