A bolsa, as drogas e o suicídio
No início da década de 70 houve um aumento na bolsa da valores em todo o Brasil, motivada pela máfia especulativa, que motivou pobres e ricos a aplicarem todas as suas economias e patrimônios no mercado de ações. Oportunistas compravam ações com cheques sem fundo, gerentes mancumunados com eles, faziam o cheque voltar por falsa assinatura, porém, com as vendas das ações, os cheques eram cobertos e todos saiam ganhando. Não era o caso do querido Sérgio Galhofa, um gozador e tipo alegre membro do PCB, que ganhou muito dinheiro na especulação financeira honestamente. Porém, nesta época, estranhamente, uma grande parte das lideranças estudantis começava a se viciar em drogas, mais especificamente, na cocaína, sendo o caso do Galhofa que se matou. Segundo comentários, havia interesses em viciar os jovens, para que os mesmos se acomodassem, não reagindo à situação. Tempos depois, as bolsas de valores explodiram e muita gente perdeu suas economias e patrimônios.
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