O SMI e seus informantes
O Zézinho, uma figura embora esquisita, era muito culto, porém alguns esquerdistas acreditavam e desconfiavam que o mesmo era um informante dos órgãos de informação. Ledo engano, pois era um sofredor, solitário e cheio de problemas com uma cultura política enorme. Com o tempo acabaram as desconfianças e o mesmo se adaptou à comunidade anti-revolucionária. Ao receber uma herança, andou bem vestido, gastou dinheiro com as mulheres e voltou a pobreza, vivendo das atitudes solícitas dos amigos. Deu para usar drogas e infelizmente acabou morrendo enlouquecido. O SMI usava de agentes infiltrados, ao adquirir um plano de pecúlio monaval da marinha, fui chamado para ser agente na faculdade de História, tendo direito a uma pistola e identificação com porte de arma. Recusei o convite e cortei a minha inscrição como associado do Montepio.
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